Flashes de dor
Corrompem meu interior
São lembranças de uma dança.
Bonança de aflição
Acusação, invasão e humilhação.
Eu lembro sem querer
Do nada vem me doer
Eu não quero ver
Tampo os olhos da memória em vão
Se abrem os do coração
Por segundos some a razão
Elas vêm sorrateiras
Brisas leves e ligeiras
Mostram que continuam ali
E que nunca irão partir
É a lembrança da dor que mais dói
Por dentro destrói
Te impede de voltar a ter inocência
Meus olhos já viram muita indecência
Não dá para voltar atrás
Não, nunca mais