Eu não sei quem eu sou,
Já não sei onde me encaixo.
Às vezes eu não me acho
O que planto eu colho,
E assim me recolho.
As expectativas estão alinhadas,
Se não fiz por merecer,
Portanto, eu não vou ter.
Sonhar não deve mais fazer parte de mim,
Dor sem fim,
É o meu alecrim.
No fundo eu sempre soube que seria assim
Que nada seria de mim
Aquilo que não fiz por merecer
Eu não vou ter.
O leite derramou
O rio secou
O sol esmureceu
Só vai ser eu por eu.
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