Sangra o peito e dilacera a alma,
É o rasgar-se por dentro
É o fazer e não receber,
O não reconhecer
O não ter
O nunca ser você!
Em chamas arde o coração
Desenfreada se vai a razão
Mas, da minha restituição,
Eu não abro mão
É como andar por uma varanda fresca e cheia de folhagens,
É como semear a planta com amor
...É como se o furacão destruísse a varanda
É como se pisassem no verde e inocente broto,
Eu tô morto.
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