sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Injustiça

Sangra o peito e dilacera a alma,

É o rasgar-se por dentro 

É o fazer e não receber, 

O não reconhecer 

O não ter 

O nunca ser você!


Em chamas arde o coração

Desenfreada se vai a razão 

Mas, da minha restituição,

Eu não abro mão


É como andar por uma varanda fresca e cheia de folhagens, 

É como semear a planta com amor 

...É como se o furacão destruísse a varanda 

É como se pisassem no verde e inocente broto, 

Eu tô morto.






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